
ALESSANDRA MARTINS
Escritora, artista visual, pesquisadora em História e Cultura Afro-Brasileira e produtora cultural.

Minha Jornada entre Escrita e Arte
Uma prática artística que atravessa literatura, fotografia, audiovisual e pesquisa cultural.

Quem sou eu

Sou Alessandra Martins, escritora afro-brasileira, artista multidisciplinar e produtora cultural. Nasci em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Minha prática se desenvolve entre literatura, memória e criação contemporânea, atravessadas pela ancestralidade, pela identidade negra e pelo enfrentamento ao racismo como experiência histórica e presente.
Sou formada em Letras pela Universidade Estácio de Sá, com especialização em História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena pela UNINTER, e MBA em Marketing com foco em branding pela Universidade de São Paulo (USP). Minha formação acompanha uma trajetória que articula escrita, pesquisa e criação artística.
Minha literatura é escrita em língua portuguesa e nasce do compromisso com a palavra como lugar de memória e existência. Trabalho com temas como ancestralidade, pertencimento, identidade negra e as formas de violência e resistência que atravessam essas experiências, entendendo a escrita como espaço para compreender o mundo e sonhar novos caminhos.

My academic journey has brought together Portuguese Language and Literature at Universidade Estácio de Sá, Afro-Brazilian and Indigenous History and Culture at UNINTER, and Marketing and Branding at the University of São Paulo (USP). I am currently studying Liberal Arts at County College of Morris in the United States. These different fields of study have shaped the way I approach writing, research, and artistic practice.

Atualmente, curso Artes Liberais na Morris College, nos Estados Unidos, onde aprofundo minha relação com linguagem, imagem e pensamento crítico. Vivo entre Brasil e Estados Unidos, e essas experiências ampliam meu repertório visual e narrativo e atravessam também minha relação com a fotografia e a construção de imagens.
Escrevo desde a infância. Em 2008, escrevi meu primeiro poema afrocentrado. Em 2012, publiquei meu primeiro texto pela FLUP. Desde então, integro antologias e publicações como os volumes 43, 44 e 45 dos Cadernos Negros (Quilombhoje).
Sou autora de Voa, Sankofa, Voa! (2021), um livro de poesia falada que denuncia o racismo e promove o resgate e a exaltação da ancestralidade africana, e de O Sol Brilha Para Todos (2023), um conto transformado em ebook que aborda o enfrentamento ao racismo e ao machismo estrutural no Brasil.
Recebi Menção Honrosa pelo curta Comunidades Afrodescendentes, realizado com a UNESCO e o IberCultura Viva, e participei do LANANI, laboratório de narrativas negras e indígenas da FLUP em parceria com a Rede Globo.

Em 2025, me tornei mãe, experiência que transformou minha relação com o tempo, o cuidado e a criação, além de mudar minhas prioridades e a forma como entendo o amor.
Meu trabalho articula palavra, imagem e experiência como formas de criação e presença no mundo.


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