

Minha Jornada entre Escrita e Arte
Atuação em literatura, arte e projetos de memória e criação contemporânea.

Quem sou

Sou Alessandra Martins, escritora, artista multidisciplinar e produtora cultural em projetos de literatura, memória e criação contemporânea atravessados pela ancestralidade.
Formada em Letras, com especialização em História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, e MBA em Marketing com foco em branding pela USP, desenvolvo uma prática que articula escrita, pesquisa e criação artística a partir da linguagem como forma de expressão, reflexão e resistência.
Minha trajetória tem na palavra seu eixo central de linguagem, memória e identidade negra, como espaço de permanência e criação.

Nasci em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, e desde cedo a escrita se tornou uma forma de compreender o mundo e elaborar experiências de vida. Ainda adolescente, comecei a trabalhar enquanto seguia meus estudos, vivência que contribuiu para a construção de uma relação profunda com disciplina, imaginação e permanência.
Tornar-me mãe em 2025 ampliou minha escuta, minha sensibilidade e minha relação com o tempo. A maternidade atravessa minha prática como experiência ética e criativa, fortalecendo minha forma de pensar linguagem, cuidado e futuro.

Escrevo desde a infância. Minha obra literária é marcada por temas como memória, pertencimento e resistência.
Em 2008, escrevi meu primeiro poema afrocentrado. Em 2012, tive meu primeiro texto publicado pela FLUP. Desde então, participo de diversas antologias e revistas literárias, incluindo os volumes 43, 44 e 45 dos Cadernos Negros (Quilombhoje).
Sou autora de Voa, Sankofa, Voa! (2021), uma obra poética dedicada à ancestralidade africana e à resistência, e do eBook O Sol Brilha Para Todos (2023), que aborda questões de racismo e machismo estrutural no Brasil.
Em 2024, fui convidada pelo Ministério da Igualdade Racial para integrar uma edição especial dos Cadernos Negros, no contexto do G20.

Meu percurso também atravessa o audiovisual e a pesquisa artística. Recebi Menção Honrosa pelo curta Comunidades Afrodescendentes (UNESCO e IberCultura Viva, 2018) e participei do Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas da FLUP, em parceria com a Rede Globo, em 2022.

Atualmente, estudo Artes Liberais na Morris College, nos Estados Unidos, onde venho aprofundando minha relação com linguagem, imagem e pensamento crítico. Nesse contexto, tenho desenvolvido também minha prática em fotografia, explorando o olhar visual como extensão da minha escrita e da minha pesquisa artística.
Paralelamente à minha prática literária, desenvolvo projetos independentes de curadoria de moda circular e reuso consciente nos Estados Unidos, através da Black Reina Luxury.

Meu trabalho articula palavra, imagem e experiência como formas de criação e presença no mundo.